Summary

Itens de Ação

Metodologia RUPRE (Resultado, Objetivo, Premissas, Riscos, Entregas)

Resultados e Análises

Planos de Ação e Próximos Passos

Objetivos e Projeção

Premissas e Riscos

Entregas e Próximos Passos

Envolvimento do Time

Check-in Automático - Ferramenta de Automação

Planejamento Estratégico Q3 (Julho a Setembro)

Datas e Oportunidades por Modelo de Venda

Inside Sales:

PDV/Varejo:

E-commerce:

Oportunidades por Nicho

Turismo:

Notes

Transcript

Bom demais. Uma breve apresentação para quem não me conhece. Meu nome é Rafael Corasa, tenho praticamente quatro. Como que você pode estar trazendo esses resultados ali de forma precisa e transparente é algo que também vai trazer o cliente para o nosso lado.

um framework muito bom, que é o FCA, Fato Causa Ação, para entender qual é o fato, quais são as possíveis causas e acertar ações para tudo isso ter a retenção do projeto e principalmente gerar recomendação, então a gente tem, acredito que vocês conhecem o Paranjo, o Paranjo é nosso líder de monetização, diretor de receitas, ele sempre fala, a indicação

Também está ajudando e gerando essas recomendações. E agora, tendo tudo isso, toda essa visão, entendendo que o cliente não renova porque está satisfeito, e sim porque ele acredita no futuro, esse é o momento de a gente aprofundar aqui dentro da taxonomia do RUPRE.

Então entender todos os pontos, entender ponta a ponto quem é o responsável. Então a gente tem ali englobado o account, o GT, é importante trazer o design, o copy na retrospectiva. Se você tem alguma apresentação, rebranda isso ao momento, traz ele pra reunião, aproxima. Também cliente gosta dessa aproximação de todo o time. Coordenadores, traz junto também, trazendo a visão de estratégia.

Então é um momento de todo o time, é um momento de todo o time. do time, brilhar, fazer acontecer, mostrar para o cliente que a gente está comprado e estamos juntos. Lembrando, a gente começa com resultados e análises. RUP também é um acrônimo para Resultado, Objetivo, Premissas e Riscos e Entregas.

e próximos passos. Então, seria o RUPRE. E a gente começando com resultados e análises, eu vou fazer uma breve introdução, trazer uma visão do que a gente pode estar trazendo nesse momento, mas lembrando, a gente também vai ter ali na frente com o Pedrão, trazendo uma visão também como que a gente pode estar automatizando, vai ser muito importante aqui a gente levar, mas esse é um momento que a gente olha para a evolução dos indicadores.

o processo operacional padrão levar a ser aqui a gente como single entity e aí a gente entra nesse momento agora de resultados, é um momento muito importante, trazer toda essa retrospectiva, trazer tudo aquilo que a gente concatenou na retrospectiva e aí às vezes a gente se pergunta o que eu posso levar quando a gente está falando de resultados, o que eu posso levar quando a gente está falando de análise, aqui você pode levar em referência de análise de dados gerais, de canais, de mídias, então...

A gente traz aqui também gráficos com análise de métrica-chave, comparativos entre funis, análise de produtos, ofertas e estoques, a gente está falando de um B2C, C&C, ou a gente também está olhando para B2B, Inside Sales, a gente pode trazer diversos...

Diversas análises, retenção, cohort, análise por vendedor, muito importante, gráficos de análise, lead time, análise de Instagram, análise de site, LP, DRE, projeção futura. Então, tudo que você tiver de material, de artifício, de recurso, esse é o momento. E lembrando, principalmente, o break-even da REA, então isso é muito importante a gente trazer essa análise, e aí a gente vai aprofundar um pouco mais na frente, mas essa projeção futura também, porque a gente vai trazer a partir desses históricos e olhar pra frente.

de forma precisa, concisa e também muito importante e sempre se pergunte, será que eu estou levando o meu cliente sabe? É muito importante a gente trazer visões que o nosso cliente não sabe, isso é como parceiro de estratégia, como parceiro de negócio, isso é muito importante.

Então, muitas das vezes ele está com a gente para trazer visões que ele não tem do negócio, que talvez para ele ainda esteja inútil. Então, a gente aqui tem que trazer esse olhar de águia, esse olhar de fora, esse olhar como um verdadeiro Trust Advisor e que entende de negócios. E aqui a gente traz, ilustrativamente, visões que a gente pode estar trazendo.

Então, a gente tá trazendo ali, pô, vamos fazer a comparativa dos três meses de quarta com prazer, entender como que foi o resultado, né, fazer toda essa concatenação. A gente pode também tá trazendo uma visão ali um pouco mais impactante pra ressaltar bons resultados, pra, né, de fato ali a gente tá levantando...

Cenários, isso aqui é um case muito importante para a unidade, a gente tem evidenciado também na página de side sales, do padrão para todo mundo, que o Rafa também vai estar disponibilizando. É importante, você tem um bom resultado, você tem big numbers, pequenas vitórias, grandes vitórias, evidencia, esse é o momento de você vender e trazer o resultado.

trazer algo ali mais visual para estar conseguindo transparecer e também muito importante nesse momento é trazer dados de mercado, trazer pesquisas, então esse aqui é um momento muito importante, não só trazer o que a gente está fazendo, mas trazer a comparação, então pode trazer um dado de mercado para fazer um bench, então entender o que a gente está fazendo ali de fato.

Além do mercado, está igual mercado e tudo isso é muito importante. Trazer todo esse embasamento, traz um bench, é importante, a gente precisa estar olhando para o mercado. E aqui a gente tem demonstrativos também que vão entrar lá no finalzinho, explicativos na nossa LP de Inside Sales.

É importante, cara. É muito importante, time. A gente tem que estar olhando para o mercado, a gente é um parceiro estratégico, não adianta só ficar olhando para dentro de casa, a gente tem que olhar para um todo. Isso em todos os negócios. Então, aqui a gente faz uma catenação, de nada adianta levar análise se você não leva a sequência de um plano de ação. O cliente vai perguntar o que deve ser feito, qual o plano para atingir aqueles objetivos. Esse é o momento de vender esses próximos três meses.

Então, eu estou te trazendo os dados, Clem. Tô te trazendo que isso tá legal, que aquilo não tá legal, olha, isso que tá legal a gente pode ampliar, vamos botar um pouquinho mais de receita, vamos entender como que a gente pode potencializar. E o que não tá legal, cara, vamos fazer um plano de ação, vamos mudar, esse é o roteiro, esse é o cenário, nessa data, nesse quarta, a gente vai fazer isso, isso, isso no primeiro mês, na primeira semana.

Então a gente vai trazer essa visão também, sempre de um plano de ação aqui. que você precisa estar endereçado, então ele entender, pô, o cara não trouxe um resultado bom, mas a gente, pô, como negócios é isso, é testando hipóteses, se eu mesmo internamente não conseguir, ele tá tentando, já conseguiu metade, o outro tá mais ou menos, cara, vamos nessa, eu tô comprado, eu vejo muito essa visão, por quê?

Porque a gente não perde, a gente tira aprendizados, é o PDCA, a gente olha, entende, cria hipóteses e aplica novamente, tá, Ti? Então, tá fazendo sentido pra vocês também, comentem aqui. E caso alguém tenha alguma dúvida específica também, né, mandem aqui no chat que aí o nosso grande Sorimã, ele...

E aí ressignificando, está fazendo muito sentido e está fluindo, principalmente. Exatamente, exatamente, Thiagão. É muito importante, a gente vai até abordar, mas isso é muito importante, até porque a gente está falando de um projeto a quatro mãos, não adianta a gente estar imprimindo muita força e não estar levando a prêmio esses riscos.

E principalmente que a gente, como olhar para negócios, é olhar e antecipar também possíveis consequências que possam vir, estar mitigando as mesmas. e está trazendo ciência para o cliente também. Então, o que aconteceu, contou, muito importante. Cara, é que é um ponto, e tem muita gente que passa... Vou até avançar, só para concluir, fala um pouquinho de planeação, traga datas.

A gente vai entrar nesse ponto que é muito importante. Então, o que é importante? Pô, você está fazendo um plano de ação? Coloca no e-card, faz um separadamente, vê o andamento, para o seu coordenador ver o andamento, para vocês verem os inputs, então também, você tem um plano de ação específico, é importante você separar do seu backlog convencional, do seu backlog, como o Thiago me trouxe, do escopo.

Mas aqui é importante também para a gente estar validando o andamento, se está indo na data, mas esse é um ponto muito importante. Eu vou entrar mais na frente só para a gente concatenar, mas é isso, a gente tem que olhar para premissas e riscos e é algo que às vezes o pessoal passa batido porque acha que vai criar um atrito com o cliente.

Nada disso, Tim. Isso vai ser pelo contrário, vai ser um balizamento de expectativas. Ele precisa estar ciente e a gente também precisa estar ciente. A gente antecipa, a gente trabalha com planejamento a longo prazo e é o melhor remédio para ansiedade. Então, isso precisa estar dentro dessa visão. E aqui dentro dos planos de ação, a gente tem que trazer detalhamento, qual alavanca que a gente vai estar utilizando e precisa pro e-kite, não adianta a gente falar, falar, falar e não executar.

A gente tem que entender a nossa ilha de médio, de curto, médio, longo prazo e nada melhor do que olhar para o objetivo de smarts, então aqui a gente tem que setar muito em cima das alavancas que de fato a gente tem poder, que a gente vai gerar output, então são as alavancas de input que a gente consegue mudar e lembrando, trazendo a projeção, em cima a projeção ela tem que estar lastreada em dados, então você tem que pegar todo esse histórico.

e utilizar ele para basear a sua projeção e outra. A gente tem que entender o objetivo de smart dentro da jornada do cliente. Então, isso tem que estar linkado, ele está no step V0, no step V1, no step V12, no step V3. as alavancas, o objetivo de Marte, ele tem que estar cadenciado também, né, Tim? Então, aqui a gente tem formas de como evidenciar, de como trazer, como ilustrar para o cliente, mas esse é um momento ali muito importante que a gente vai fazer o fechamento cognitivo com ele, então a gente vai trazer, a gente...

A gente traz toda a projeção, a gente faz tudo encaminhando com dados pra que ele também olhe e fale, poxa, isso é factiro, os caras estão trabalhando com algo que é real, são profissionais de negócios e não são profissionais de artismo, eles estão trabalhando com fatos e aí eles estão realmente evidenciando o meu crescimento daqui a três meses e aí é o momento que, poxa, faz sentido estar com eles.

eles, então isso é muito importante e são formas que a gente, cara, traz planilha, mostra pra ele, conversa com ele, porque dessa projeção e esse momento do partner time fazendo a indenciação e um balizamento de expectativas, é pra você fazer... a projeção dos próximos três meses. Óbvio, você vai quebrar, você pode trazer a visão ali do que você setou para os próximos meses, mas é importante você trazer essa visão. Então, eu trago uma visão dessa projeção para o Q3, mas eu também trago ela quebrada ali em cada mês dentro do Q3 e trazendo o nosso armético.

Então, o que é importante, o que a gente está levando ali como Estrela Norte? A métrica de estrela norte do nosso projeto, e lembrando, ROE é muito importante, então não adianta eu ter um faturamento muito grande se nossa margem está sendo baixa, então o que eu posso estar ajudando o cliente, então aqui é muito importante olhar com uma visão de negócios também, e lembrando, eu tenho uma demonstração de resultado do exercício, um DRE junto com ele, fiz um forecast, fiz onde ele vai bater o break-even, estou dando essa visão, ele já bateu o break-even, onde a gente vai chegar, qual é a nossa qualidade.

Eu vou acelerar um pouquinho aqui, tá, time, eu tô batendo no tempo, mas aí a gente tem que, se a gente tá num momento de encontrar os nossos indicadores... Se encontramos, se estamos vendo se eles são fidedignos, se estão maturando, se estamos escalando e aí a gente tem diversas análises, exatamente Tiago, a gente tem diversas análises aí que são cruciais, então não necessariamente fica só na visão de mídia, então também ir para o negócio do cliente, isso é muito importante, cadenciando e se ele subiu de estepe, poxa.

Bota uma energia, mostra para ele que ele passou, que é uma vitória, porque é uma vitória e é um momento dentro dos objetivos também de estar evidenciando isso. E aqui entra um ponto que o Thiagão trouxe muito bem, que são as premissas e riscos, que é importante a gente olhar, a gente entender, trazer essa visibilidade, ser transparente. Então aqui eu trago um ilustrativo. Às vezes muita da gente é isso, Thiagão, às vezes a pessoa bota porque tem medo de criar trito, porque não vou criar trito com o comercial do cliente, cara, é importante, é o negócio dele.

Cara, às vezes a gente tem que ter conversas difíceis. É importante com o nosso time, com o nosso cliente. Obviamente, cadenciado, com empatia, nada de agressividade, porque muitas das vezes a gente leva a discussão, a argumentação para um lado negativo, às vezes é bom, é isso que constói.

O desconforto movimenta, o desconforto faz crer. Vai crescer, e aqui a gente tem um que talvez seja generalista, mas nesse sentido, poxa, não quero ter atrito, então vou botar só a verba de... Cara, às vezes, mano, entra, entra, entra profundo, traz essa visão, traz o porquê, sabe? Sabe por quê? Porque falta de ofertas sazonais.

Às vezes o cliente é um unicórnio e você diz, não, só quero que você... Cara, a gente precisa de vez em quando ter ofertas estacionadas, a gente precisa ter essa quebra de grandes produtos, a gente não pode ter um estoque, a gente tem que ter ali uma escada,

uma escada de produtos, um produto de entrada, cara, é importante, a gente tem que olhar de negócios e também trazer todo esse basamento para o cliente, para ele entender que a gente não só está cagando regras, a gente está querendo, junto a ele, construir e trazer.

Cara, vamos nessa, vamos nessa, seja ali incisivo, mas com carinho, com cuidado, entenda também que é um ponto dos nossos, que é um trabalho, um projeto a quatro mãos, se ele não adere a V4, dificilmente o processo vai estar sendo 100% conduzido, então adere-se a R&M, tibio comercial, a gente tem que olhar para as taxas de conversão, lead time também, temos que...

Entender todos esses pontos e aqui é o momento de entregas e próximos passos finalizando o nosso group e o Rafa vai estar apresentando uma visão. Então lembrando a gente vai ter uma visão mas é o momento de você como gestor de projetos vender a sua carta.

É o todo seu roteiro. Poxa, eu fiz isso acontecer, sabe? Eu estive na batalha, eu estive no front, como o Collin sempre fala, eu estive na trincheira. Então esse é o momento de evidenciar, vender. Olha, foi tudo isso que a gente fez, por conta disso, disso, disso, a gente teve o resultado, isso talvez a gente não trouxe tanto resultado, então para o próximo backlog a gente vai evidenciar.

os próximos passos, levando também em consideração tudo isso. E aqui é o momento, você tem várias formas de apresentar, você pode trazer um gráfico gigante, você pode trazer as tarefas para o tarefa, quebrar essas tarefas, mas lembrando, a gente trabalha com metodologia ágil.

Com metodologia ágil, a gente vai programar os três primeiros meses de backlog, mas a gente tem que ter um objetivo setado e temos que quebrar em pequenas sprints. Então, isso aqui também é um ponto muito importante para que a County, para quem gere processos. E é o momento de vender o futuro dos projetos. E esse momento eu vou passar ali para o nosso...

a gente refletir um pouco, né? Então, se a gente não sabe o que deu certo e o que não funcionou, como esperar planejar os próximos meses? Então, roupa bem estruturado também transforma dados em histórias, histórias em decisão e essa decisão é continuar com a V4.

Depois disse que é um pouco canhado aqui com esse aulão do Suriman aqui, mas vou tentar acompanhar, tá? Vou tentar acompanhar, vamos lá então. Passando aqui para o próximo slide, gente. Antes de eu explicar um pouquinho mais a fundo como ele funciona e falar sobre algumas coisas, primeiro eu quero trazer um pouquinho dos resultados para você.

Bom, hoje a gente tem uma proposta aqui, uma proposta de cortar caminho, perder menos tempo com tarefa manual e, querendo ou não, montar um PPT ali com todas as informações é uma tarefa manual. Então a gente resolveu fazer uma automaçãozinha ali, uma brincadeirinha de tecnologia para a gente cortar esse caminho. E aqui eu vou mostrar um pouquinho dos resultados para vocês, tá bom? Então...

são 24 dias economizados de uma pessoa na operação. Depois de 259 check-ins automáticos gerados, e lembrando, gente, são dados que eles pegam das fontes automaticamente, então o tempo que você perdia ali... entrando no Meta, no Google para pegar informações, agora é feito automaticamente. Então, vocês perdem menos tempo. Então, com esses 259 check-ins, você tem 192 horas economizadas, que você pode usar para ser mais estratégico. E é isso que surma isso aqui, a gente precisa ser mais estratégico, a gente precisa...

ali ter mais tempo para pensar em outras coisas, nas coisas que realmente vão fazer diferença para o cliente ali, né? Com isso, a gente teve 24 dias úteis de operação poupado. Então é como se alguém tivesse trabalhado um mês inteiro só fazendo PPT, gente, olha só que loucura isso.

E para quem gosta de números aí, né, como faz me rir, né, o dinheirinho... Como o tempo é dinheiro, a gente tem R$ 28.800 em tempo recuperado que a gente pode alocar em outras coisas, tá, gente? Isso aqui faz total diferença lá na ponta final. Beleza?

E vou colocar a data de hoje, porque dados para frente disso ele não vai ter. E vou colocar a data do e-kite, uma coisa interessante que ele puxa dados do e-kite também. Eu vou colocar aqui dia 28 também, dia 28 do 6 de 2025. E com isso, opa, só deixa eu registrar aqui, e com isso eu vou enviar o meu formulário aqui, tá bom? Quando eu enviar meu formulário, eu vou ter uma automaçãozinha rodando, e com isso o que vai acontecer? Quando ele estiver pronto, olha só aqui no meu e-mail, seu check-in está pronto.

Check-in exemplo, eu vou dar um exemplo pra vocês e mostrar na prática aqui, né, porque... para não perder tanto tempo, demorando um tempo de 1 minuto, 50 segundos ali para fazer essa geração. Beleza? E aqui a gente tem todo o padrãozinho, ele já puxa a imagem do cliente, ele já puxa alguns dados do Meta e do Google para você aqui, informações do Growth Pack que está preenchido lá e também ele puxa aqui os criativos campeões, com todas as informaçõezinhas prontas.

Opa, obrigado. Perfeito. Vamos lá, então. Gente, pra você que quer implementar, a gente já tem um pop desse check-in automático pra você aí que quer implementar isso na sua operação, tá bom? Inclusive, esse pop já está atualizado com os reportes de bugs que o pessoal passou pra gente, tá?

Então, dentro desse pop, você consegue ali reportar pra gente os bugs que estão acontecendo. Beleza? E tem algumas coisinhas que eu quero falar com vocês aqui que tem dentro dele, tá? Só um segundinho aqui, ó. Vamos lá, então. Bom, o que você vai encontrar lá, tá? Ele já está atualizado, disponível, já está corrigido e ele já está pronto para uso imediato.

E o que você vai encontrar dentro desse pop? Vai ter um link para instalar o JSON que já está atualizado também, tá? Com a nova versão dele. Um tutorial completo para construir esse check-in automático. Contato dos responsáveis, inclusive, eu queria mandar um abraço aqui para o Matheus e para o Paulo Delia, que são as pessoas responsáveis ali pelo nosso check-in automático. E também vocês encontram lá o link para fazer o report, que vai cair direto no nosso CKD, tá?

Então, isso é uma forma que a gente tem ali também de acelerar os processos de melhoria. E vou dar um spoiler também gente calma lá que também tem coisa boa. Nessa versão ainda a gente não tem a visão do quarter ainda mas tem um raquizinho que a gente deixou dentro do pop ali que vocês conseguem fazer essa visão de quarter.

dentro do do check-in automático atual. E mais um mais um mais uma coisinha aí que eu quero fazer para vocês é que a gente já está desenvolvendo a versão 2.0 também. Já vai ter boas práticas que a gente trouxe nessa monitoria que também vai ter a visão mensal quinzenal e quarta integrada e também para o financeiro que não quer gastar com o índice urgente.

Sabendo já a gente também nessa versão 2.0 vai ter integração direta com a API do método. Onde a gente vai ter dados mais confiáveis e ainda é mais barato ali do que você tá com um índice, beleza? Então é uma visão que a gente trouxe aí, tá? Eu vou passar aqui pra vocês, tem um QR Code pra vocês.

escanearem e já poderem entrar lá no popzinho nosso, tá? Lembrando, gente, mandem sempre ali os links, perdão, mandem sempre pra gente ali os report bugs pra gente poder agitivamente, isso ajuda bastante a gente, tá? E dia 11 do 7 já tem a versão 2.0 pra vocês poderem estar utilizando aí também, beleza?

automação tanto de Growth Class como também de Kikof com os dados já da Salesforce. A gente já está passando por um momento ali de MVP de teste de tudo isso e também vai estar automatizado.

Pô, é fato, é fato. Quem que nunca ficou quatro horas fazendo um PPT ali de check-in para o cliente quando é um caso complexo, né? Enfim. A dona, a dona, a doutora, é literalmente, tinha um grande tempo ali meu, só trazer um papo aqui, muito obrigado Pedro, uma salva de palmas para ele novamente, e ali para o time da unidade, e Thiagão, mais uma questão também que a gente está automatizando, ele acredita que você deva ter visto no nosso comitê, aqui junto no nosso time de PGL, estamos com o Luiz, Luiz Felipe, ali no nosso time, literalmente vendo a...

automação, tanto de Growth Class, como também de Kickoff com os dados já da Salesforce. A gente já está passando por um momento ali de MVP, de teste, de tudo isso, e também vai estar automatizado desde a entrada do cliente. literalmente ganhando eficiência ali para o time operacional, tá? Uma coisa muito boa de se trazer é literalmente a seguinte questão, né? O uso de inteligência artificial, o uso de automação, não necessariamente vai tirar o seu trabalho, tá? Literalmente só vai te dar mais...

honrar com nosso compromisso em relação ao horário e agenda de vocês, tá? Mas o que que eu quero falar? Basicamente, de julho a setembro, uma pré-preparação de Black Friday e maximização de resultados. Eu vou falar sobre algumas questões, tá? A visão geral do Q3, modelos de venda,

Benchmark Punish, Timeline Estratégico, Preparação para Black e Exemplos Práticos. Eu vou passar aqui rapidamente, vocês vão ter acesso a essa página publicada ali, vocês conseguem tirar as dúvidas tranquilamente ali posteriormente. Mas o que eu quero dizer para vocês?

que a gente também precisa mapear isso e colocar na prática, tá? Aqui, algumas oportunidades que a gente pode ter, né, que são datas comemorativas ali. Marielle, se você só puder fechar o seu áudio, por favor. para não ficar refletindo aqui. Muito obrigado. Aqui nós temos então datas comemorativas, variações de demanda e testes estratégicos para fim de ano. Estão trazendo já um pouquinho isso para dentro de casa e a palavra chave aqui é literalmente antecipação.

Se a gente planeja, como eu comentei, se a gente já começa a falar de Black Friday com o nosso cliente no mês 6, automaticamente a importância que ele vê nisso é muito grande. Você está criando antecipação de uma data, como eu disse, você está se preocupando dele conseguir vender e entregar muito bem isso lá na frente.

Aqui, falando um pouco sobre o Inside Sales diretamente, eu estou falando aqui de algumas datas que seriam dia dos pais, que possivelmente todo mundo já faça campanhas específicas para lá. Semana do Brasil, em setembro, tem urgência e relevância nas conversas. É uma semana de desconto, vocês podem pesquisar um pouquinho melhor, como se fosse uma Black Friday brasileira, vamos dizer assim. Existe essa data, vocês podem dar uma olhada. E volta às aulas também.

Então, aqui você tem algumas coisas e tem um gancho já para preparação de Black. Então, você está falando de aquecer a Pipeline, ter os leads ali, gerar lista, enfim. treinar equipe considerando canal considerando jornada e tudo mais e a gente já pode trabalhar, tá? Eu vou realmente ser muito breve aqui pra gente não perder tanto tempo com isso entre aspas pra honrar com o compromisso de vocês, tá?

Outra questão, PDV, a gente acaba tendo dia dos pais em agosto, férias escolares em julho, semana do Brasil, e dia do cliente, além do dia 15 e do 9, já são algumas ações que vocês podem fazer essa antecipação com o cliente e já planejar campanhas. A gente sabe que tem muito cliente, tem muito PDV, tem muito varejo ali, que não faz campanhas mensais.

Isso é muito comum dentro do varejo. Você vai ver que todo santo mês tem uma ação específica para ele. Isso é literalmente para fomentar, para gerar ofertas sazonais para os clientes. Isso é muito importante. Quem não faz atualmente já deveria estar fazendo.

E aqui, considerando para a preparação da Black, a gente fala aqui sobre um pouquinho sobre a logística, sobre os treinamentos, materiais de BTV e esquenta. Então você já está falando de conseguir gerar uma monetização considerando materiais visuais para o PDV, já está falando de treinamentos específicos de vendas, já está falando de diversos casos que a gente pode monetizar esse cliente. Isso é bem interessante.

Quando a gente fala de e-commerce, a gente já está falando também do Dia dos Pais, Semana do Brasil e Dia do Frete Grátis. É uma oportunidade de um benefício de logística, literalmente falando, que é para fomentar as vendas pelo canal. Não vou ficar batendo todos os pontos aqui, como eu comentei. Quando a gente fala de benchmark por nicho aqui... A gente tem que dar uma olhadinha melhor ali quando for comentar. Quando a gente vai falando um pouquinho de benchmark por nicho aqui, você fala de turismo especificamente, por exemplo, a gente tem...

Quando a gente vai falar um pouco de turismo, especificamente, a gente acaba tendo aqui algumas questões. Quando a gente fala de viagens de inverno, nós temos altas temporadas ali em Serras e coisas do tipo, a gente já sabe. Então tampas de Jordão, Monte Verde, coisas do tipo, acabam sendo muito procurados ali e nem sempre é com antecedência. A gente ainda tem muita gente que viaja de última hora, que busca fazer alguma coisa de última hora ali e também faz sentido mesmo estando o preço bem mais elevado do que normalmente.

Então baixa temporada, a gente tem agosto, setembro ali como básica. A tática principal ali, literalmente como um par de três fica quatro, coisa do tipo. considerando os lugares com menor demanda. E antecipação, literalmente, fechamento para datas futuras. Então, você pega uma agência de viagem, por exemplo, que tem datas sazonais fora, que tem datas sazonais na região que está o hotel, que está qualquer estilo do cliente, você também consegue trabalhar essa antecipação.

Falando um pouco de antecipação, preparação e antecipação de Black Friday, a gente acaba tendo alguns checklists ali e alguns dados importantes que a gente pode passar, então são dados muito relevantes da gente já começar a falar com nossos clientes que é aquilo que a gente comentou, né?